domingo, 19 de abril de 2015

Produtos orgânicos em Maputo

Uma das minhas clientes, mandou um lindo e-mail falando que sua filha pegou o seu vestido de capulana emprestado para ir a um encontro profissional  com um grupo de moçambicanos.  Trocamos mais e-mails e ela mandou dois artigos de jornais.

Fiz o texto abaixo, 90% baseada na informação obtida nos artigos* que mostra mais um exemplo da rica  interação entre Brasil e Moçambique.  Aproveitei para incluir um link para sites ou informações de cada uma das instituições governamentais e não governamentais mencionadas.



A capital de Moçambique, Maputo,  com mais de um milhão de habitantes possui  uma zona de produção agrícola chamada de “cinturão verde” que abastece a cidade.  Lá a produção orgânica envolve 256 famílias e voltou a ser praticada a seis anos.  Eu digo “voltou” pois como em todo o mundo,  a agricultura era orgânica até o advento dos agrotóxicos e adubos químicos...

Com o objetivo de ampliar a produção orgânica  o Ministério da Agricultura de Moçambique,  a prefeitura de Maputo e a ONG francesa Essor apoiaram a vinda de 6 moçambicanos ao Brasil.

No inicio de abril o grupo  de 4 técnicos e 2 agricultoras esteve  em Torres (Rio Grande do Sul) e cidades próximas.  A agenda foi cheia. O grupo foi recebido pela prefeita Nílvia Pinto Pereira de Torres, fez visitas a cooperativas de consumidores  (Coopet e Ecotorres), cooperativa de produtores  (ECONATIVA e Agroindústria Morro Azul),  dois dias foram dedicados a vivência em propriedades de agricultura familiar orgânica, entre outras atividades.

A visita foi organizada pela ONG brasileira “Centro Ecológico” que em 2014 prestou consultoria para a Essor / Maputo sobre o Sistema de Certificação Participativa* da Rede Ecovida de agroecologia.

Link para os sites das instituições mencionadas
Prefeitura de Maputo (site está sendo atualizado), mas o site  Província de Maputo oferece uma visão global da região
Coopet (Cooperativa dos Consumidores de Produtos Ecológicos de Três Cachoeiras) 
Ecotorres
Agroindústria Morro Azul (mencionada no texto dentro do site Centro Ecológico)


À minha cliente, só tenho uma coisa a dizer. Kanimambo!


Veja os artigos em sua íntegra.


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